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O balanço da Atchuca, a maior festa de música eletrônica do interior do Paraná, aponta que a quinta edição do evento, realizada em 10 de abril, rendeu lucro de 40% do total investido (e não divulgado). Segundo a organização do evento, foi a segunda vez – em cinco edições – que a festa fechou no “azul”. Com isso, a Atchuca volta a acontecer em setembro, conforme programado.
Leia em O Diário Online a matéria completa da quinta edição da Atchuca e, abaixo, veja as fotos do evento, tiradas por Ana Paula Passarelli e pelo autor deste blog.
A seguir mais fotos. A última delas é de divulgação (se alguém souber o autor, dou crédito).
A rave teve início às 23 horas do dia 10 de abril, um sábado, e terminou apenas às 13h55 do dia seguinte. Quando cheguei, acompanhado da namorada, o amigo e DJ RickHard mandava ver no palco.
Na entrada, segurança rígida barrou a entrada de armas e de menores sem autorização dos pais. Embora frascos de lança-perfume tenham sido "confiscados", o consumo de entorpecentes foi notado durante a festa (nenhuma novidade, em se tratando de rave).
Para assegurar a diversão dos fãs de música eletrônica, teve até DJs israelenses – mesmo eu, um leigo pude notar o alto nível dos caras. E para garantir a tranquilidade, 60 seguranças particulares se revezaram em dois turnos.
Pela manhã, um frio inesperado pegou muitos de surpresa. Para aquecer, "Passa" se destacou no swing poi. É preciso muito treino para manusear o malabaris no ritmo da música.
Posso dizer que gostei 70% e que não gostei 30%. É ruim notar que muitos jovens frequentam raves apenas para consumir drogas – pouco ligam para a música ou para os DJs. Ponto positivo é que a maioria pareceu estar lá para curtir o som na companhia de amigos. Quem cansa pode estender um pano no gramado e cochilar... sem ser incomodado (fiz isso).
Pelo menos 2,8 mil pagantes passaram pelo Espaço Vale Azul, local do evento. Com o sucesso da quinta edição, a organização garante a Atchuca novamente em setembro. Minha avaliação foi positiva, porém, se já fosse pai jamais deixaria uma filha menor de idade ir à festa – é ambiente para adultos.
Ahh, em tempo, este à esquerda é RickHard, talentoso DJ, grande pessoa, amigo e colega de redação em O Diário. A convite (e insistência) dele marquei presença na Atchuca. Graças a ele, tenho uma moral da história: gosto mais de música eletrônica que de sertanejo (sem dúvida).
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quarta-feira, 28 de abril de 2010
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1 comentário(s):
Queria muito ter ido nessa festa, até para conhecer uma rave. Ainda bem que a edição de setembro foi mantida. Com certeza estarei lá!
Outro motivo, era para ouvir o querido amigo, RickHard, tocar!
Ótimo texto e ótimas fotos!
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